Darth Otavinho
25 Janeiro 2013
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Tomamos a liberdade de reproduzir trechos de nota com esse título acima, assinada por Júlio Hungria no Blue Bus, um dos mais respeitados sites sobre mercado de mídia e publicidade:

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Tá duro pro povo humilde (só que não) da Folha assumir que é menor do que o tabloide mineiro…

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“A Folha dá hoje no título que “circulação de jornais cresce no país”. Nao é bem isso. Só lá pelo 7º parágrafo informa que ´o aumento foi impulsionado pela expansão das edições digitais de jornais, de 128% em 2012 ante o ano anterior´. Ora, até aqui não estava combinado, no Brasil, que números digitais podem ser somados aos números do impresso – Não é a percepção do público leitor. Isso tem sido adotado largamente nos EUA, mas aqui seria novidade. A expressão ‘circulação’ sempre foi utilizada no Brasil para designar circulação física dos jornais, não das notícias”.

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Em outras ocasiões a fAlha já havia mostrado como a perda do posto de maior jornal do país incomoda a Folha. Há 3 anos o maior jornal do Brasil é o Super Notícia, de Minas Gerais. A Folha, aliás, não é sequer o jornal que mais vende na cidade se São Paulo, onde o Estadão tem quase o dobro de leitores.

2 Comentários

  1. Adalton Fonseca
    01/02/2013

    Meu caso é parecido com o do Wilber, tambem recebo, esporadicamente, a folha de graça durante um certo tempo.
    Fui assinante, na época em que Claudio Abramo lá trabalhava, e ainda não havia Internet. Nesse tempo,(faz tempo) a Folha não era essa porcaria de hoje.
    O problema é que não tenho cachorro, nem gato, nem passarinho, de modo que o “presente” não me serve pra nada.
    Mas pra ela serve. Aumenta o IVC.

  2. WILBER
    27/01/2013

    Todo ano, durante cerca de trinta dias, recebo em minha casa exemplar da folha. A data coincide com a pesquisa de circulação de jornais. Com isso, os frias colocam numa fria os anunciantes, pois distorcem a realidade, apresentando um número elevado de exemplares vendidos. Mas com isso meu cão agradece, pois recebe inteirinho e novinho um jornal para forrar sua casinha e defecar no dito cujo (ótima finalidade para esse jornal), pois em casa recusamo-nos a lê-lo (argh).

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